Fonte: Google Imagens
Muitos santos acreditam que eles podem assistir à televisão sem serem contaminados por ela. Pode parecer a uma pessoa que ela tem controle absoluto sobre o que aceita quando assiste à televisão, mas esse não é o caso. A televisão tem o objetivo de controlar a mente e fazer uma lavagem cerebral com êxito nos espectadores todo dia. É por isso que os anunciantes estão tão dispostos a pagar- milhões de dólares por alguns segundos de publicidade. Dr. Jenson explica os efeitos da televisão no cristão: Satanás obviamente e audaciosamente usa o sistema do mundo. Ele opera por meio de nossas escolas universidades e governos, porém, mais abertamente por meio da mídia. E a ferramenta mais poderosa da mídia é a televisão. Deveria ser claro para nós, hoje, que Satanás está usando a televisão de uma maneira poderosa. Estamos cercados por uma guerra estratégica, projetada para imobilizar os cristãos. As crianças basicamente aprendem vendo "imagens" desde a tenra infância, e suas emoções estão diretamente conectadas a elas muito antes que possam falar. Os adultos não são realmente diferentes. Um filme ou programa de televisão freqüentemente mexe diretamente com nosso pensamento, mente racional e nossas emoções, à parte de qualquer avaliação racional, espiritual [...]. A universidade Harvard concluiu um projeto que incluiu um estudo abrangente sobre o papel da televisão na educação sexual das crianças. O estudo revelou que 70% de todas as insinuações para relações sexuais na televisão envolviam casais solteiros ou prostitutas. Grande parte da atividade erótica da televisão envolve violência contra mulheres, que se reflete em estatísticas que mostram que 50% de todas as mulheres neste país foram vítimas de estupro, incesto ou agressão [...]. Você pode dizer que isso não atinge você ou seus filhos, porque você é um cristão comprometido. Isso não é verdade. Satanás é sutil — ele desenvolve atitudes lentamente. Esta não é uma cruzada contra a televisão. Estou apenas dizendo que estamos passando por uma guerra contra nossa mente. A questão é que a televisão tirou a sensibilidade dos cristãos para o pecado e a dor enquanto enchia nossa mente com emoção artificial e idealização. Para muitas crianças, o teste de realidade é se elas viram ou não isso na televisão. Se eles ainda não viram, então não é real [...]. Essa lavagem cerebral sutil acontece dia após dia. A necessidade por solidão e quietude nunca foi maior do que é agora. Satanás usa o sistema do mundo para estimular nosso pecado. Na próxima vez em que você assistir à televisão, preste atenção ao que os comerciais dizem. Perceba o que eles estão sugerindo que você faça, enquanto está sentado, permitindo passivamente que eles façam isso. "Compre isso se você quiser ser macho"; "Compre aquilo se você quiser que sua casa seja a mais bonita do quarteirão"; "Compre isso se você quiser ser aceito pelo pessoal igual a você"; "Compre isso se quiser gostar de você". Isso é controle da mente. É assustador até mesmo imaginar quanto poder a televisão tem. O cristão que assiste a um comercial de cervejaria que mostra alguém desfrutando a vida pode não correr e comprar uma embalagem de seis latas de cerveja, mas o quanto essa mensagem influencia sua necessidades por sobriedade interior? Qual o efeito cumulativo de ver uma mulher sexy noite após noite na televisão? O quanto ele é influenciado quando acumula horas incontáveis assistindo a tipos de comédia que escarnecem de tudo o que é respeitável? A televisão pode ser comparada à hipnose, uma ferramenta que é usada para colocar a pessoa em um estado passivo para aceitar subconscientemente o que ela não aceitaria sob um estado de consciência normal. A televisão é uma arma letal que o inimigo usa para endurecer, desmoralizar e, no fim, destruir a mente das pessoas. Frank Mankiewicz e Joel Swerdlow corajosamente escreveram um livro intitulado Remote control — television and the manipulation of American life [Controle remoto — Televisão e a manipulação da vida americana]. Nesse trabalho secular, eles narraram minuciosamente o que televisão tem feito a esta nação. O segmento abaixo trata especificamente da homossexualidade: Entretanto, sob uma intensa pressão de ativistas gays organizados, a televisão colaborou imensamente durante a última década para ajudar os homossexuais a "saírem do armário" individualmente e coletivamente. Podemos encontrar séries de episódios, explícitos e sensíveis, sobre o assunto, como também um tratamento geralmente digno em outros lugares: Anita Bryant * não se tornou uma heroína - como ela teria sido há 20 anos na rede de televisão - mas o alvo de piadas e hostilidade nas redes de comunicações. Até esses escritores, que provavelmente nem conhecem Cristo, reconhecem o que essa forma poderosa de mídia está fazendo para modelar a mente do público americano. Em seu livro inteiro, eles fornecem provas irrefutáveis de como nossa mente é manipulada por meio dessa fonte "inocente" de divertimento. Donald Wildmon está também ciente do modo como ela está sendo usada contra os cristãos: A televisão é o meio mais penetrante e persuasivo que temos. Às vezes, é maior do que a vida. É nosso meio nacional verdadeiro. A rede de televisão é o maior educador que temos. Ela nos diz, em sua programação, o que é certo e errado, o que é aceitável e inaceitável, em quem acreditar e em quem não acreditar, em quem confiar e em quem não confiar e quem devemos desejar imitar. Ela ensina que o adultério é um estilo de vida aceitável e aprovado; que a violência é um caminho legítimo para atingir suas metas ou para resolver conflitos; que a profanidade é a linguagem do respeitável. Mas essas são apenas mensagens superficiais. A mensagem real é mais profunda. Ela ensina que dificilmente alguém vai para a igreja, que pouquíssimas pessoas em nossa sociedade são cristãs ou vivem de acordo com os princípios cristãos. Como? Simplesmente censurando personagens cristãos, valores cristãos e cultura cristã dos programas. Ela ensina que as pessoas que afirmam serem cristãs são hipócritas, impostoras, mentirosas ou piores. Ela o faz por meio da caracterização. Como você se sentiria se alguém o colocasse em frente a milhares de pessoas e começasse a ridicularizar sua fé em Deus? É exatamente o que a televisão faz. Seus produtores riem e zombam de nós. Será que nos tornamos tão insensíveis que ainda estamos dispostos a nos alinhar com o sistema do mundo, que odeia as coisas de Deus? É trágico que os cristãos sejam tão versados nos tipos populares de comédias, nos comerciais mais engraçados, nos episódios "mais quentes" e, no entanto, gastem tão pouco do tempo precioso bem quieto diante de Deus, estudando e meditando na Palavra e intercedendo pelos perdidos. Infelizmente, as pessoas estão muito viciadas em televisão. Freqüentemente, levanta-se a questão de como evitar o tédio sem a televisão, como se isso, de alguma maneira, justificasse o preço espiritual que ela cobra. Eu também pensava dessa maneira quando entrei pela primeira vez na "vida pós-televisão". As horas da noite pareciam andar a passos de tartaruga naquelas primeiras semanas. Não demorou muito para que aquelas horas vazias se enchessem de momentos significativos com minha esposa e momentos agradáveis de comunhão verdadeira com outros cristãos. Nunca é fácil romper com um hábito que a carne esteja acostumada, mas a graça de Deus está disponível para aqueles que estão determinados a romper com as influências desse sistema do mundo. Para muitos, a decisão que fizerem neste assunto em particular determinará seu grau de lutas no futuro. Aqueles que não estão dispostos a romper com o espírito deste mundo descobrirão que eles têm pouquíssima força para tomar os outros passos necessários a fim de vencer o domínio do pecado sexual na vida deles..
Steve Galagher - Pastor, Teólogo, líder do Pure Life Ministries e autor do livro No Altar da Idolatria Sexual
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